Autor: Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Gênero

O pano rasga: Nota das mulheres da CAB sobre o caso Mari Ferrer

No Brasil, por meio da divulgação midiática do caso Mari Ferrer, podemos perceber e identificar como essas relações de poder racial, econômico e de gênero se unem, desaguando na justiça estatal. O Estado cumpriu o papel de assegurar os direitos do assediador branco de classe alta e não os da vítima – também branca, de classe privilegiada e que assim pôde recorrer a policiais e juízes – como se houvesse uma justificativa para a violação cometida.

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Uma indianista anarquista olhando Marx

Este artigo foi proposto como uma resposta ao texto de David Ali intitulado “É possível pensar Marx a partir do Indianismo – Katarismo?” (Pukara No. 149). Escrito por Marina Ari, historiadora e membro da Comunidade Pukara, e publicado no numero seguinte do mesmo veículo, em fevereiro de 2019, antes do golpe na Bolívia, em novembro, que derrubou o governo Evo Morales. Esta tradução vem no esforço de buscar e reunir reflexões e experiências no campo das questões camponesas, indígenas e dos povos das florestas desde o ponto de vista do anarquismo.

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SolidariedadeTerritorial

Terra para quem nela vive e produz: contra a violência do capital e do latifúndio

Nos últimos dias, as famílias do acampamento Tiago dos Santos (vinculado a Liga dos Camponeses Pobres), em Rondônia, sofreram intenso ataque da imprensa corporativa e dos aparatos de repressão do Estado. 600 famílias, incluindo muitas crianças, foram vítimas de sobrevoos de helicóptero e um cerco pela polícia militar que impediu a entrada de alimentos, culminando em um violento despejo no último dia 10 de outubro com bombas, gás lacrimogênio e balas de borracha.

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