Live | Marco Temporal: Anarquismo e Luta Indígena
Assista à live promovida pela CAB que discute os desafios da luta indígena e como o anarquismo especifista pode fortalecer essa resistência.
Consulte mais informaçãoAssista à live promovida pela CAB que discute os desafios da luta indígena e como o anarquismo especifista pode fortalecer essa resistência.
Consulte mais informaçãoFrio extremo em regiões do Brasil, calor excessivo e incêndios em países do norte. Os efeitos das mudanças climáticas foram manchete dos jornais nos últimos dias, com a divulgação do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, que concluiu que o aquecimento global avança mais rapidamente do que se imaginava. O alerta dominou as redes sociais, mas sob o discurso de que os eventos climáticos extremos são causados pelo ser humano, esconde-se que os verdadeiros responsáveis são os capitalistas e o sistema que os sustenta, enquanto oprimem bilhões de pessoas e degradam o meio ambiente.
Consulte mais informaçãoA luta popular de rua voltou a fazer parte de nossas vidas, passado um ano e meio de pandemia. Das vidas de quem sempre acreditou na ação direta popular como a que define vencedores e perdedores, a longo prazo. Embora reúnam todo tipo de gente, as manifestações de rua materializam a unidade possível nesse momento. Unidade na rua entre os setores já organizados – sejam eles organizados social e/ou politicamente – , junto com partidos de oposição ao governo, mais aquelas parcelas de trabalhadores com certa tradição de mobilização, junto à diversidade de gente, setores e ideologias à esquerda.
Consulte mais informaçãoEnquanto a imprensa e as redes sociais se voltam para a gritaria de Bolsonaro, o Congresso vai passando a boiada, empurrando a pauta dos de cima, de destruição dos direitos do nosso povo. Na última quinta, dia 05, a Câmara aprovou o projeto de lei que privatiza os Correios, em uma votação às pressas. O projeto de lei libera a entrega dos Correios pra uma empresa privada, o que o governo pretende fazer no primeiro semestre do ano que vem.
Consulte mais informação✊🏽Enquanto governos, empresas, congresso e judiciário atacam e ameaçam os povos originários, há muita luta e resistência entre as de baixo! Neste mês de agosto, as mulheres indígenas se organizam para enfrentar o PL 490 na Câmara, o Marco Temporal no STF e as agressões constantes do governo genocida de Bolsonaro, aliado do agronegócio, de madeireiros e garimpeiros.
Consulte mais informaçãoA Coordenação Anarquista Brasileira exige a soltura imediata de Paulo Galo e sua companheira Géssica, que foram presos nesta quarta-feira, dia 28, acusados de participarem da ação coletiva que ateou fogo na estátua do assassino e estuprador bandeirante Borba Gato, no sábado, em São Paulo.
Consulte mais informaçãoData importantíssima, pois nos traz o dever político de, mais uma vez, nos somarmos nas colunas de resistências travadas por estas mulheres. Se sofrem duplamente a opressão sistêmica, pelo gênero e pela raça, também nos trazem exemplo e vigor de luta, como são os quilombos, as aldeias, como foi o facão da indígena Tuíra.
Consulte mais informaçãoOs atos contra o governo Bolsonaro marcam a insatisfação contra este projeto genocida para o povo. Precisamos ir além, pois essa realidade podre não será transformada do dia para a noite. É preciso atuar desde já nas bases, nos bairros, nos sindicatos, em meio às estudantes, nos movimentos de mulheres, diversidade sexual, junto aos povos originários, na luta camponesa, nas ocupações, nas ações de apoio mútuo nas quebradas, enfim, em todo local onde se organizam e lutam as classes oprimidas.
Consulte mais informaçãoDezenas de moradores de Cuiabá vêm fazendo fila em torno de um açougue, em um bairro da capital do agronegócio.
Consulte mais informaçãoEm 19 de julho de 1936, o povo conseguiu uma vitória histórica frente a um levantamento militar que se organizava contra o governo e a República espanhola. O levante era uma trama militar e civil que contava com o apoio de todos os setores reacionários da sociedade (Igreja, carlistas, falangistas, conservadores, latifundiários e industriais) e com o financiamento de banqueiros direitistas e inclusive da Itália de Mussolini. Declaração internacional assinada por organizações anarquistas ao redor do mundo.
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