Autor: Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

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[Internacional] 8M: O velho mundo oprime as mulheres e as dissidências. Sua força vai destruí-lo.

Há mais de um século, em 8 de março de 1917, as trabalhadoras em São Petersburgo (Rússia) entraram em greve e se manifestaram pelo pão e pela paz, lançando assim um movimento revolucionário histórico. Foi nessa época que o 8 de Março, como dia de luta pelos direitos e liberdades da mulher, começou a ser comemorado.

Assim, no ano de 2022, as mulheres e as dissidências ainda são uma das partes mais oprimidas da sociedade. Este é e tem sido o caso no trabalho, em casa, na crise sanitária ou em situações de guerra. É por isso que nossa revolta poderia derrubar estados, capitalismo, dominação patriarcal e racista.

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Gênero

8M: Mulheres fortes contra a política da fome e da morte!

Para este ano, nossa resposta é fincar cada vez mais nossos pés no território e nos espaços sociais das classes oprimidas. É tomar para nós a responsabilidade por nossa libertação, e pela construção e luta por pautas que ampliem nossos direitos. Nosso caminho é a auto-organização, o ombro a ombro, e a rebeldia de quem já busca no hoje a construção de um mundo novo com socialismo e liberdade, e, por isso, necessariamente feminista, antirracista e anticapitalista.

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[Internacional] Contra a guerra e o militarismo na Ucrânia!

Nosso dever revolucionário e de classe exige a organização e o fortalecimento do movimento internacionalista, antiguerra e anti-imperialista da classe trabalhadora. A lógica de um imperialismo mais agressivo ou mais progressista é uma lógica que leva à derrota da classe trabalhadora. Não pode haver um caminho imperialista a favor do povo.

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[CALC] Não vão nos calar! A criminalização do protesto negro em Curitiba

Em 05/02/22, manifestantes se reuniram em frente a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, em Curitiba, em mais um protesto contra o racismo. Tratava-se do ato por Justiça para Moïse Kabagambe, jovem congolês brutalmente assassinado no RJ. Na capital paranaense, o ato também foi marcado pelos pedidos de justiça para Durval Teófilo, trabalhador negro assassinado por ser “confundido” com um ladrão.
Além disso, a manifestação exigia o fim do genocídio do povo negro e fazia uma denúncia ao racismo estrutural.

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Chuvas em SP: mais de 30 mortos pelos crimes do Estado e do Capital!

Depois das tragédias em cidades da Bahia e de Minas Gerais, várias cidades de São Paulo foram atingidas por fortes chuvas no fim de janeiro, que deixaram um rastro de destruição e morte. Até o momento são 34 vítimas, além de mais de 5 mil famílias desabrigadas ou desalojadas. Diferentemente do que dizem os governantes e a grande mídia, a Natureza não é a maior culpada por essas mortes, e sim as classes dominantes, que contribuem para as mudanças climáticas e para o empobrecimento da classe trabalhadora.

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Internacional

Declaração anarquista internacional sobre a pandemia da Covid-19: Ninguém está seguro até que todas e todos estejamos seguros!

A situação deixou claros os problemas fundamentais do capitalismo global e sua necessidade de crescimento e de lucros contínuos. O apoio do Estado a esses objetivos tem estado por trás da origem, da propagação e das trágicas consequências da doença. A necessidade de uma revolução nunca foi tão evidente.

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RaçaSolidariedade

🏴Racismo e xenofobia mataram Moïse!

Manifestamos nosso pesar e solidariedade à comunidade congolesa e à família de Moïse Mugenyi Kabagambe, que foi brutalmente assassinado em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, há cerca de uma semana. O jovem congolês de 24 anos foi espancado até a morte por pelo menos três pessoas. De acordo com a família, ele teria ido ao local para cobrar 200 reais, que o quiosque devia a ele por dois dias trabalhados.

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Memória

10 anos do Massacre do Pinheirinho: Terrorismo de Estado em defesa do Capital!

Neste 22 de janeiro completa-se uma década do brutal despejo da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Quase duas mil famílias foram vítimas da truculência policial, ao resistirem a uma reintegração de posse do terreno que ocupavam havia oito anos, em um marco da luta por moradia em todo o país.

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