Autor: Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

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Opinião Anarquista | Primeiro de Maio: Lutar contra a exploração da classe trabalhadora!

Desde 1886, o Primeiro de Maio relembra mundialmente às trabalhadoras e aos trabalhadores que, sem luta social, não teremos direito nenhum. Sem nos organizarmos, desde a distribuição de panfletos até mostrar nossa força nas ruas, não temos chance de sair desse lugar de miséria, sofrimento e exploração em prol do lucro dos ricos e dos governantes.

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Sindical

Professoras e professores de Minas Gerais em greve pelo Piso Nacional!

O Piso Nacional Salarial dos Professores foi conquistado desde 2008 e até hoje não é cumprido em parte do território brasileiro. Em Minas Gerais, o Piso destina-se a todas as 8 carreiras da Educação e abrange dentre outros Assistentes Básicos de Educação (faxina, cantina, portaria, dentre outras funções), Assistentes Técnicos Administrativos e, também, aos Professores e Professoras.

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CALAConjuntura

Análise de Conjuntura Latinoamericana – Coordenação Anarquista Latinoamericana (CALA) – Março de 2022

Nos últimos meses, a situação política na América Latina parece ter alcançado uma certa estabilidade, especialmente com a solução institucional para a revolta no Chile após as eleições. No entanto, na realidade outro capítulo se abre nesta situação, onde muitas coisas ainda estão em disputa e se está longe de uma “estabilização” política e econômica no continente.

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GêneroInternacional

[Internacional] 8M: O velho mundo oprime as mulheres e as dissidências. Sua força vai destruí-lo.

Há mais de um século, em 8 de março de 1917, as trabalhadoras em São Petersburgo (Rússia) entraram em greve e se manifestaram pelo pão e pela paz, lançando assim um movimento revolucionário histórico. Foi nessa época que o 8 de Março, como dia de luta pelos direitos e liberdades da mulher, começou a ser comemorado.

Assim, no ano de 2022, as mulheres e as dissidências ainda são uma das partes mais oprimidas da sociedade. Este é e tem sido o caso no trabalho, em casa, na crise sanitária ou em situações de guerra. É por isso que nossa revolta poderia derrubar estados, capitalismo, dominação patriarcal e racista.

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Gênero

8M: Mulheres fortes contra a política da fome e da morte!

Para este ano, nossa resposta é fincar cada vez mais nossos pés no território e nos espaços sociais das classes oprimidas. É tomar para nós a responsabilidade por nossa libertação, e pela construção e luta por pautas que ampliem nossos direitos. Nosso caminho é a auto-organização, o ombro a ombro, e a rebeldia de quem já busca no hoje a construção de um mundo novo com socialismo e liberdade, e, por isso, necessariamente feminista, antirracista e anticapitalista.

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[Internacional] Contra a guerra e o militarismo na Ucrânia!

Nosso dever revolucionário e de classe exige a organização e o fortalecimento do movimento internacionalista, antiguerra e anti-imperialista da classe trabalhadora. A lógica de um imperialismo mais agressivo ou mais progressista é uma lógica que leva à derrota da classe trabalhadora. Não pode haver um caminho imperialista a favor do povo.

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