Memória

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Declaração Internacional: Por um Primeiro de Maio de Luta!

Em 1º de maio de 1886, uma greve massiva inicia nos Estados Unidos exigindo uma jornada de trabalho de 8 horas. A palavra de ordem dessa campanha era “Oito horas de trabalho, Oito horas de lazer, Oito horas de descanso”, propagada desde a metade do século 19 através da qual o movimento da classe trabalhadora lutava para retirar poder do Capital e disputar o tempo de trabalhadores e trabalhadoras para a vida, a cultura e a diversão.

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Militares assassinos, ontem e hoje! Não esquecer, jamais perdoar!

Completam-se 57 anos do golpe militar de 1964, que colocou o país em uma longa noite de 21 anos, com reflexos nefastos em todos os setores da sociedade. Mas a transição democrática negociada e pactuada pelos próprios militares não os tirou da cena política, nem das estruturas do Estado. O reflexo disso fica evidente no governo Bolsonaro, onde as Forças Armadas ganharam grande espaço nos ministérios, com militares da ativa. A maior tragédia aconteceu na Saúde, sob o general Pazuello, que contribuiu para a morte de mais de 310 mil pessoas até aqui, levando em conta apenas os números oficiais, um verdadeiro genocídio de nosso povo.

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[Internacional] As vitórias do futuro florescerão das lutas do passado! Viva a Comuna de Paris!

Este ano marca o 150º aniversário da primeira revolução social moderna na gloriosa história da luta popular dos oprimidos e oprimidas, a Comuna de Paris de 1871. Durante 72 dias, os/as proletários/as da cidade de Paris reorganizaram as relações sociais em termos de democracia direta, no caminho da igualdade econômica, do apoio mútuo e da liberdade política.

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Memória, Rebeldia e Luta: 93 anos do assassinato de Sacco e Vanzetti

O assassinato de Sacco e Vanzetti nos remete a um outro processo forjado para liquidar anarquistas no Estados Unidos, a execução dos mártires de Chicago. Como apontava Lucy Parsons, o Estado, ”a imprensa capitalista”, o “púlpito”, a polícia, um júri lotado, e “juízes preconceituosos” agiram conjuntamente para executar líderes anarquistas de Chicago” (citado em Quem é Lucy Parsons, de Casey Willams).

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