Autor: Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

GêneroSolidariedade

OASL: Solidariedade a Carolina Iara, vítima de atentado em São Paulo

A Organização Anarquista Socialismo Libertário se solidariza à militante Carolina Iara, que sofreu um atentado na madrugada de quarta-feira, dia 27, em São Paulo. Pelo menos dois tiros foram disparados para dentro da casa de Carolina, às vésperas do 29 de janeiro, Dia da Visibilidade Trans. Imagens de câmera de segurança mostram que um carro branco ficou estacionado por três minutos em frente à residência.

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Conjuntura

Anuário CAB 2020 – um ano de lutas!

Um pouco da nossa luta e de nossa postura política em 2020 estão nesta cartilha, que resgata as notas da CAB divulgadas durante o ano. São mais de 50 textos que representam tanto posições imediatas frente à conjuntura, como o amadurecimento de reflexões teóricas e políticas que fazemos há alguns anos. Questões sobre a luta sindical, o antirracismo, o feminismo e as pautas LGBTQI+, a questão agrária e a resistência indígena, entre outras, estão materializadas nesse compilado de um ano de lutas. Os textos também mostram o avanço de nosso internacionalismo, por meio da Coordenação Anarquista Latino-Americana, e por uma rede internacional de organizações anarquistas, localizadas nos 5 continentes.

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Solidariedade

Solidariedade aos/às trabalhadores/as da Ford!

A Coordenação Anarquista Brasileira se manifesta em solidariedade aos trabalhadores/as da Ford, cujos empregos estão ameaçados com a saída da multinacional do país. Multinacionais, que movidas pela dinâmica do capital, não possuem nenhum pudor em desempregarem milhares de trabalhadores. Ressaltamos que a FORD lucrou US$2,4 bilhões no último trimestre, ainda durante a pandemia, muito mais do que previam seus famintos e criminosos acionistas.

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Conjuntura

200 mil vítimas da ganância dos de cima

O ano de 2021 começa com a triste e revoltante marca de 200 mil mortes pela Covid-19 no país. Praticamente 1 vítima fatal a cada 1 mil pessoas que vivem no território brasileiro. Somos o segundo país com mais mortos na pandemia, perdendo apenas para os EUA, que não têm um sistema de saúde público universal e gratuito. Quase todo mundo perdeu alguém, ou conhece quem tenha perdido um ente querido para a doença, nesse último ano.

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