Autor: Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Conjuntura

300 mil mortos/as! Por uma revolta dos e das de baixo pelo fim do governo! Auxílio, vacina e vida digna para todos e todas!

O Brasil alcançou o trágico número de 300 mil vidas perdidas, no pior momento da pandemia da covid-19 em um ano. Desde o início, Bolsonaro fez o máximo possível para sabotar o controle da doença e a vacinação dos brasileiros, incentivando aglomerações, criticando o uso de máscaras e desrespeitando o luto daqueles e daquelas que se foram, com o apoio de todo o seu governo, dos militares aos neoliberais, e a conivência dos outros poderes.

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Conjuntura

[RUSGA LIBERTÁRIA MT] 7 mil mortos: segue o lucro para poucos, prevalece a morte para geral

Mato Grosso alcançou o registro de 7 mil mortos pela COVID-19; os hospitais (públicos e particulares) seguem em superlotação, UPAs registrando dificuldades para atendimentos, já se registra falta de equipamentos básicos para procedimentos de intubação, falta de anticoagulantes, e a internação de crianças alcançando números preocupantes… mas a economia, o lucro dos grandes empresários e latifundiários, não pode parar.

As mortes e a miséria que vivenciamos no estado de Mato Grosso hoje têm responsáveis e eles devem ser denunciados e devem pagar por elas. Sabemos que o governo genocida de Bolsonaro abre as portas das políticas de mortes, mas os governos estaduais e prefeituras têm o mesmo papel nessas esferas. Em Mato Grosso, as políticas de mortes de Mauro Mendes seguem a cartilha genocida federal e são tão responsáveis quanto as políticas federais!

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InternacionalMemória

[Internacional] As vitórias do futuro florescerão das lutas do passado! Viva a Comuna de Paris!

Este ano marca o 150º aniversário da primeira revolução social moderna na gloriosa história da luta popular dos oprimidos e oprimidas, a Comuna de Paris de 1871. Durante 72 dias, os/as proletários/as da cidade de Paris reorganizaram as relações sociais em termos de democracia direta, no caminho da igualdade econômica, do apoio mútuo e da liberdade política.

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Conjuntura

[RUSGA LIBERTÁRIA MT] Pandemia, negacionismo e mini lockdown: lucro para alguns; miséria e morte para geral

Mato Grosso passará, por 15 dias, por um lockdown “híbrido” – conforme a noção errônea que a Seduc e Governo têm sobre a prática de educação que vem se ampliando por todo o estado. Será, na verdade, aplicação de “toque de recolher” após determinado horário, mantendo normalmente toda circulação de trabalhadoras e trabalhadores, estudantes – toda a sociedade – em horários “comerciais”; a ideia não tem como foco parar o normal funcionamento do setor comercial no estado, pelo contrário, busca aplicação de um toque de recolher a partir de determinado horário – das 21h às 5h. O fluxo, interação e possíveis aglomerações irá seguir normalmente; as trabalhadoras e trabalhadores continuarão em suas rotinas normais de trabalho e correndo riscos de vida. E quem tem buscado sobreviver via aplicativos, em horários noturnos, poderão sofrer com as possíveis arbitrariedades do toque de recolher e do estado policial.

Enquanto Mauro Mendes e Emanuel Pinheiro seguem numa briga ridícula para ver quem mais aparece nas mídias locais, é o povo que segue sofrendo com as incertezas causadas pela pandemia e pelo interesse de lucro do empresariado local; não se pode ter inocência com o setor do grande empresariado, estes pressionam prefeituras ou governo do estado por causa do temor em perder lucros e não pelas problemáticas sofridas por trabalhadoras e trabalhadores ao terem seus salários cortados. Quem realmente sofre com a pandemia são as trabalhadoras e trabalhadores: seja trabalhando e correndo riscos de contaminação, seja em quarentena e com a falta de auxílio adequado para subsidiar o alto custo de vida.

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Internacional

[Internacional] Contra a opressão patriarcal e a exploração capitalista: Ninguém está sozinha!

Proposta pela primeira vez por um grupo de mulheres socialistas na Segunda Conferência Internacional de Mulheres Socialistas de 1910, em Copenhague, o dia teve a intenção inicial de promover os direitos civis das mulheres, para logo converter-se em uma jornada de agitação, mobilização, protesto e greve por e para a vida e liberdade das mulheres e dissidências de gênero ao redor do globo.

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ConjunturaGênero

8M – Mulher é Revolução: a luta das de baixo contra as políticas de morte

Ao Estado, ao Capitalismo, ao Patriarcado e Racismo, gritamos que nenhum segundo de paz lhes será dado. Nós, mulheres anarquistas organizadas na CAB, inseridas nas fileiras das lutas sociais Brasil afora, ocupamos o espaço deste Opinião Anarquista de março para apontarmos alguns elementos de leitura da realidade social que temos vivenciado.

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