Vía Libre – Colômbia: A Luta Continua!
Traduzimos nota do Vía Libre Grupo Libertario, de Bogotá, sobre a luta popular na Colômbia e a repressão do Estado comandado por Iván Duque. Toda nossa solidariedade!
Read MoreTraduzimos nota do Vía Libre Grupo Libertario, de Bogotá, sobre a luta popular na Colômbia e a repressão do Estado comandado por Iván Duque. Toda nossa solidariedade!
Read MoreMais uma vez um companheiro de luta tem sua vida tirada pela força do ódio que corrói a sociedade brasileira dia a dia: da homofobia e do desprezo pela vida. Lindolfo Kosmaski, um jovem camponês, gay, militante do MST, do Coletivo LGBT/MST, egresso do curso de Licenciatura em Educação do Campo na ELLA-Escola Latino Americana de Agroecologia na Lapa/PR, e que, no momento, estava atuando como professor na rede pública de ensino e cursando mestrado em Matemática na UFPR, foi brutalmente assassinado por disparos de arma de fogo. Seu corpo foi encontrado, carbonizado, dentro de um carro no município onde residia, São João do Triunfo/PR, no dia 1 de maio de 2021.
Read MoreNeste 29 de abril, completam 6 anos de um dos mais violentos episódios de repressão contra a classe trabalhadora e os serviços públicos do Estado do Paraná. A intensidade da violência utilizada pelo Governo foi uma reação à uma grande mobilização que vinha sendo construída desde o início de 2015 pelo funcionalismo estadual e pelo movimento estudantil secundarista e universitário.
Read MoreEm 1º de maio de 1886, uma greve massiva inicia nos Estados Unidos exigindo uma jornada de trabalho de 8 horas. A palavra de ordem dessa campanha era “Oito horas de trabalho, Oito horas de lazer, Oito horas de descanso”, propagada desde a metade do século 19 através da qual o movimento da classe trabalhadora lutava para retirar poder do Capital e disputar o tempo de trabalhadores e trabalhadoras para a vida, a cultura e a diversão.
Read MoreVai transcorrendo mais de um ano em que a pandemia da covid-19 evidencia o estado em que nós, trabalhadoras e trabalhadores, somos submetidos a partir de ataques programados pelos de cima. O soterramento de direitos trabalhistas e o esvaziamento do auxílio emergencial se complementam ao desmantelamento do SUS e à imposição de uma precariedade brutal, que nos afunda em mais miséria, adoecimento e morte. Também completa um ano que levantamos nossas bandeiras pelo 1º de Maio Combativo, reivindicando tomar as riquezas por Vida Digna, em uma data que é memória, mas também representa nossa urgência.
Read MoreNeste 1º de Maio, a Coordenação Anarquista Brasileira convida para um debate sobre os desafios das trabalhadoras e dos trabalhadores da Educação, que nesse momento travam uma dura luta contra o retorno às aulas sem condições sanitárias, enquanto o país chega às 400 mil mortes pela covid-19. Vamos conversar sobre a história dessa data tão importante, como nossa militância está fortalecendo a luta na Educação, e como aliar essas demandas às pautas mais amplas das classes oprimidas nesse momento, como vacina para todos e auxílio emergencial digno.
Read MoreMais uma vez o Coletivo Anarquista Bandeira Negra irá relembrar a data do Primeiro de Maio como um dia de luta das trabalhadoras e trabalhadores no VII Sarau Primeiro de Maio: Saúde e Vida Digna.
Read MoreNesse texto explicamos o que compreendemos por capitalismo, Estado, luta de classes e violência, aspectos centrais de nossa sociedade, e como entendemos a relação entre eles, tomando como base as classes sociais e dominação de classe. Artigo publicado na revista Socialismo Libertário nº 4.
Read MoreA Reforma Administrativa (PEC 32/2020), proposta pelo governo Bolsonaro, ao contrário do que afirma a retórica privatista, pretende reforçar a burocracia estatal aprofundando sua instrumentalização pelos tecnocratas, políticos e capitalistas, em detrimento do controle social dos serviços públicos. Nós da CAB afirmamos que é preciso cerrar punhos contra essa proposta, que é um passo adiante na precarização dos serviços e das condições de trabalho, e alguns passos para trás em relação à autogestão.
Read MoreCompletam-se 57 anos do golpe militar de 1964, que colocou o país em uma longa noite de 21 anos, com reflexos nefastos em todos os setores da sociedade. Mas a transição democrática negociada e pactuada pelos próprios militares não os tirou da cena política, nem das estruturas do Estado. O reflexo disso fica evidente no governo Bolsonaro, onde as Forças Armadas ganharam grande espaço nos ministérios, com militares da ativa. A maior tragédia aconteceu na Saúde, sob o general Pazuello, que contribuiu para a morte de mais de 310 mil pessoas até aqui, levando em conta apenas os números oficiais, um verdadeiro genocídio de nosso povo.
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